Ourinhos enfrenta atraso nos pagamentos e ameaça de paralisação, enquanto governo local se perde em propaganda
Ourinhos – A notícia de que médicos da rede municipal enfrentam atraso nos salários e já cogitam paralisar suas atividades expõe de forma cruel a fragilidade da administração pública. Profissionais que deveriam estar dedicados integralmente ao atendimento da população são obrigados a conviver com a insegurança financeira, resultado direto da ineficácia administrativa.
O impacto na saúde
- Médicos sem salário significam postos de saúde à beira do colapso.
- A população, já carente de atendimento digno, assiste atônita ao risco de ficar sem médicos em plena crise social.
- A paralisação, caso ocorra, será consequência inevitável da falta de respeito aos profissionais que sustentam o sistema.
O governo do espetáculo
Enquanto isso, o atual governo municipal se mostra rico em inserções midiáticas nas redes sociais, vendendo uma imagem de eficiência e modernidade. Mas, na prática, a gestão é empobrecida na eficácia da ação administrativa. O contraste é gritante: propaganda farta, mas salários atrasados; discursos de cuidado, mas abandono da saúde pública.
Atentado contra a dignidade profissional
Não há como suavizar: o atraso de salários é um atentado contra a dignidade dos médicos e contra o direito da população ao atendimento. A prefeitura prefere investir em marketing político do que em políticas concretas. O resultado é um governo que vive de imagem, mas falha em substância.
Mais realidade, menos circo midiático
Ourinhos não precisa de vídeos bem editados ou posts patrocinados. Precisa de médicos pagos em dia, de hospitais funcionando, de gestão que respeite a vida. O marasmo administrativo é a verdadeira doença da cidade, e só será curado quando a prioridade deixar de ser a propaganda e passar a ser a população.


